Os efeitos da falta do autoconhecimento na era digital
Enviada em 19/09/2020
Autoconhecimento é conhecer a si mesmo, reconhecer suas fraquezas e limites, principalmente na internet. É também muito importante saber até onde podemos ir, para traçar metas e objetivos. Assim, na era digital, não podemos nos arriscar sem antes nos examinarmos, estudar nossa própria mente é uma atividade indispensável. Porém, muitas pessoas não têm essa habilidade, extrapolando seus confins. Em razão disso, é certo analisar, a depressão causada pela falta de autoconhecimento como principal forma de pensamentos suicidas e, uma alta dependência dos aparelhos eletrônicos, a grande mazela do século XXI.
Os impactos da auto-insuficiência são vários e preocupantes no que diz respeito à saúde mental das pessoas. A vida social rodeada de familiares ou uma turma de amigos é algo raro de ver hoje em dia, tudo isso porque podemos substituir pelo celular em chamadas de vídeo ou ligações telefônicas. O contato visual está difícil, e os jovens, em especial, trancam-se em seus quartos o dia inteiro, isolados do que acontece no mundo real. Entretanto, o excesso desses materiais são prejudiciais ao nosso psicológico. Segundo Yuval Noah Harar numa entrevista ao Programa Roda Viva, sites como Amazon ou Facebook nos conhecem melhor que nós mesmos. Isso é realmente assustador para nos expressarmos de maneiras erradas, uma delas é o suicídio. A prática está cada vez mais comum e precisamos lutar contra, não deixando ser algo do dia a dia.
Outro ponto muito importante é a dependência extrema de aparelhos eletrônicos, considerado a grande peste do século. Já ouvimos muito falar que é apenas uma fase ou falta de que fazer, mas não é bem assim. Quando nos deparamos com situações como essas somos chamados a refletir os motivos, são inúmeros, mas a falta de autoconhecimento é o principal fator contribuinte. Já dizia Sócrates “Conhece-te a ti mesmo, torna-te consciente de tua ignorância e será sábio.”
Em síntese, quando sabemos até onde podemos ir conseguimos tudo que queremos, de tal forma que não prejudique nem nossa saúde mental nem física. Por isso, é vultoso salientar a participação do Ministério da Saúde e a Associação Brasileira de Psiquiatria a realização de consultas grátis em escolas, além de campanhas de conscientização para o grupo estratégico, ou seja, crianças, jovens e adolescentes. Dessa forma, todos cuidariam de si mesmos e não teríamos tantas vidas tiradas.