Os efeitos da obesidade na saúde pública
Enviada em 27/09/2018
Como cita a chef e nutricionista, Bela Gil: “Eu acredito que podemos mudar o mundo através da alimentação”. Porém, sabe-se que, o hábito de uma alimentação regular está cada vez mais longe de se tornar verídico na vida dos brasileiros, e isso muitas vezes acarreta na obesidade.
Há vários fatores que contribuem para o aumento de peso, exemplos deles são: os genéticos, os hormonais, os econômicos e os culturais. No ranking mundial de 2014, o Brasil ocupava a 5 posição, em 2016 obtinha pouco mais de 20% de adultos obesos. Uma porcentagem muito preocupante, pois além de ter um excesso de peso, pessoas que sofrem com a obesidade também geram problemas como o colesterol alto, diabetes, pressão alta e cardiovasculares.
O sedentarismo e os fast-food também são contribuintes da obesidade, a população está crescentemente tendo uma alimentação irregular e isso ocorre em uma grande dificuldade de solução para tal problema. O pensador André Secretti cita: “O problema dos alimentos não está em suas propriedades, e sim em seus excessos” . Além disso, cada vez mais crescem as empresas de fast-food e gradativamente o seu consumo pela população.
Portanto, medidas são necessárias para resolver o impasse. Cabe ao governo, juntamente com o Ministério da Sáude e Educação, criarem projetos e palestras nas escolas, mostrando aos pais e alunos os malefícios de uma má alimentação, uma boa alternativa também são comerciais de tv informativos sobre os problemas que a obesidade causam e sobre o quão importante é ter um hábito alimentar saudável. O Ministério do Esporte também poderá criar projetos que ajudem no sedentarismo, motivando os brasileiros a levarem a atividade física como modo importante para a saúde do corpo.