Os efeitos da obesidade na saúde pública
Enviada em 26/05/2018
Com o início do século XXI, o consumo de industrializados no Brasil aumentou de modo sem precedentes. Atuando de maneira conjugada a isso, está á falta de bons hábitos físicos e alimentares que atinge números crescentes de brasileiros e está consonante, muitas vezes, com o desconhecimento dos males provocados por um estilo de vida não saudável. Assim sendo, esses fatores podem ser entendidos como principais precursores do aumento da obesidade no Brasil, que ocasiona a elevação dos gastos públicos com o SUS, em que essa consequência é entendida como um notável impacto da obesidade na saúde pública.
Cada vez mais presente na dieta do brasileiro, os alimentos industrializados danificam a saúde humana e dentre tais danos está a obesidade. Açúcares simples, extremamente presentes nesses alimentos, podem ser tidos como majoritariamente responsáveis por tais danos. De maneira que, por serem frequentemente consumidos em alta quantidade, provocam á alta transformação de glicose em lipídios, em que parte desses lipídios será direcionado ao tecido adiposo, formando, dessa maneira, a gordura que é característica comum dos obesos. Associado a esse processo está o aumento do risco de diabetes, entre outras doenças.
Também comum aos brasileiros, a falta de bons hábitos físicos e alimentares é potencialmente perigosa a saúde humana. Os exercícios físicos, quando inexistentes, reduzem a queima de gordura e por isso, perpetuam a obesidade, que caso vivenciada com a falta de nutrientes essenciais na alimentação, aumentará o risco de doenças associadas a mesma.
É cógnito que a educação alimentar e física precisa ser disseminada veementemente na sociedade por meio da educação escolar, mídias de massa e investimento público em comerciais de TV, em que tal forma de conhecimento diminuirá, portanto, o número de pessoas propensas a desenvolver a obesidade. Tal redução resultará na diminuição das despesas públicas com o SUS, e, dessa forma, impactará menos a saúde pública.