Os efeitos da obesidade na saúde pública

Enviada em 25/07/2018

A segunda revolução industrial juntamente ao grande processo de urbanização, ocorridos no século XX, fomentaram não só grandes avanços tecnológicos, mas também a cultura da má alimentação e sua principal consequência : a obesidade. Com efeito, um diálogo entre polução e poder público sobre os efeitos do excesso de peso na saúde pública faz-se necessário.

Em primeiro plano, é mais eficaz prevenir do que tratar a obesidade, tendo em vista o alto custo. Nesse sentido, é necessário enfatizar que , embora seja preocupante, a obesidade não se trata de uma doença com caráter de manifestação rápida, mas sim de um processo de anos. Sendo assim, a prevenção é o mais lógico a se fazer para evitar gastos públicos e, com esse dinheiro, investir em pesquisar ou tratamentos de doenças crônicas, câncer, entre outras.

Por outro lado, a ignorância da sociedade no que tange aos riscos é um grande entrave. Em anuência, o humorista Whindersson Nunes publicou em suas redes sociais que, devido estar acima do peso, havia um acúmulo de gordura no fígado e que poderia evoluir para um câncer. Isto é, enquanto a sociedade considerar normal ou que não traz grandes ricos à saúde , metade da população brasileira que esta acima do peso estará correndo risco de vida.

Infere-se , portanto, a necessidade da mobilização social e Estatal. A população deve filiar-se a ONG’s tanto para informar-se sobre os riscos, quando para ajudar em projetos sociais de prevenção. O Ministério da Saúde, por sua vez, deve incentivar a procura por consultas médicas por meio de palestras em locais públicos , mas, principalmente, custear o tratamento de uma pessoa obesa através do Sistema Único de Saúde e , em seguida, incluir os indivíduos em programas de atividade física, academia das cidades, por exemplo, com o fito de tirar pessoa do quadro da obesidade e também impedir que os que estão em sobrepeso não cheguem a tal.