Os efeitos da obesidade na saúde pública

Enviada em 27/07/2018

Ao se sedentarizar a humanidade foi capaz de conquistar conhecimentos e se desenvolver com rapidez. Contudo, tal processo ao ser tomado como estilo de vida pode gerar consequências graves à saúde. Nos dias de hoje o sedentarismo é aliado à má alimentação derivada da industrialização dos alimentos e do crescimento dos fast foods. Quadro que necessita de atenção e intervenção da parte do Governo por ser uma questão de saúde pública.

A obesidade é um dos maiores problemas de saúde pública no Brasil e no mundo. A dificuldade de controle e intervenção nesse problema se encontra no fato de que são diversos fatores que podem auxiliar a chegar no ponto grave. Tais fatores englobam quesitos hormonais, emocionais, genéticos, e até estilo de vida da pessoa. Tendo cada fator uma forma de ser identificado, tratado e necessitando de um especialista para realizar o tratamento e auxiliar na mudança do quadro.

Obesidade já é por si só uma doença de risco por indicar um acúmulo excessivo de gordura no corpo. Porém, ela se torna mais grave por gerar repercussões como problemas cardíacos, diabetes e pressão alta. Além de alto risco para a saúde, a obesidade também é sinônimo de altos gastos para que seja remediada. Atualmente, no Brasil, 5% dos gastos do Sistema Único de Saúde (SUS), que é o sistema do Governo, são direcionados a esse quadro e suas derivações.

O Governo apresentou uma série de metas que devem ser atingidas até 2019 para reduzir o número de obesos no Brasil. Contudo, para que essas metas sejam realmente atingidas e cumpram seu papel é necessário que haja envolvimento de muitos setores administrativos. Como por exemplo, é essencial a junção do Ministério da Educação com o da Saúde; para que a importância de uma boa alimentação e uma refeição balanceada seja ensinada e oferecida nas escolas. Também se faz necessário, por meio de propagandas em meios de comunicação, o alerta sobre os riscos da obesidade e os meios de evita-lá.