Os efeitos da obesidade na saúde pública
Enviada em 16/08/2018
Há 40 anos, o desafio do Brasil era a desnutrição. Contemporaneamente, o impasse é a obesidade que já afeta milhares de indivíduos. É possível afirmar que esse contexto ameaça a saúde pública e ocorre, não só por causa do nosso modelo econômico, como também pela negligência escolar.
Primeiramente, cabe analisar que o capitalismo acarretou mudanças drásticas na rotina da sociedade, inclusive, na sua alimentação. De certo, nesse modelo econômico o lema principal é “O tempo é dinheiro.”, como já dizia Benjamin Franklin. Por conseguinte, o indivíduo vive um dia a dia corrido que o coage fazer refeições mais práticas -porém não saudáveis- e não a praticar exercícios físicos. Dessa maneira, isso ocasiona obesidade, no qual, segundo o site dr pastore, já é responsável por 5% dos custos totais do sistema único de saúde.
Outrossim, outro fator que agrava o problema é o descaso escolar em relação ao impasse. Uma prova disso é que faltam debates e campanhas que estimulem os jovens sobre a importância de uma boa alimentação e como prepará-las para evitar a obesidade. Além disso, um dos principais fatores que causa o excesso de gordura são as doenças psicológicas - como estresse e depressão - cujo apoio psicológico gratuito é despreparado, sem qualidade. Como resultado, de acordo com o jornal “O globo”, o nosso país possui mais pessoas obesas do que desnutridas.
É evidente, portanto, que esse distúrbio de peso é uma epidemia que afeta, maleficamente, o meio coletivo de bem estar . É importante que a mídia, em conjunto com ONG´s, ampliar a divulgação de campanhas, transmitidas por meio de canais abertos, que instrua a importância da boa alimentação, a fim de reduzir casos de obesidade para não sobrecarregar os hospitais e clínicas. Também, é primordial que as escolas criem projetos gastronômicos, para rodos os alunos e famílias, a fim de ensinar a cozinhar comidas saudáveis e mostras os prejuízos do excesso de gordura.