Os efeitos da obesidade na saúde pública

Enviada em 20/08/2018

A frase “Você é o que você come” nunca fez tão sentido como está fazendo atualmente. Infelizmente, a alimentação irregular e os casos de obesidade cresceram no Brasil. Com essas adversidades, o que pode-se fazer para isso diminuir?

Em primeiro lugar, deve-se perceber que a falta de exercícios físicos é um dos fatores que contribui para o aumento da obesidade. Em analogia a esse assunto, no filme Wall-E observa-se que as pessoas estão sempre vendo TV, sempre comendo comida gordurosas, sendo acima do peso e sedentárias. Acresce que a população brasileira tem a rotina parecida com os personagens do filme - com a alimentação irregular e sem atividade física. Isso mostra que as pessoas preferem o conforto ao esforço físico.         Em uma outra análise, a obesidade infantil e a má alimentação podem estar interligadas a um fundo digital. Em outras palavras, os canais do “Youtube” com o público-alvo sendo crianças e pré-adolescentes podem estar influenciando na alimentação deles. Um exemplo é o “youtuber” famoso Luccas Neto que, nos seus vídeos, aparece comendo cachorros quentes e jujubas gigantes, potes indecentes de Nutella e bolos e sanduíches enormes. Tal fato chama a atenção dos pequenos jovens por considerá-lo um ídolo, e faz com que eles sejam influenciados a comer “porcarias” e nenhum alimento saudável, o que pode-se agravar em algum problema de saúde futuro.

Dessa forma, o Ministério da Saúde, que é o órgão responsável para melhorar a qualidade da saúde da população, poderia promover um fim de semana de saúde nas cidades com vários esportes, para mostrar e incentivar os brasileiros as atividades físicas. Ademais, o MS deveria multar os “influencers digitais” quando associarem doces como algo para se comer o tempo inteiro e influenciar na obesidade infantil, para terem mais responsabilidades em questões que envolvam crianças. Assim, os problemas de alimentação irregular e obesidade poderão diminuir.