Os efeitos da obesidade na saúde pública
Enviada em 28/08/2018
Ao descortinar do século XX e ao advento das tecnologias industriais, surge uma nova lógica de mercado: a produção em massa. Diante desse cenário, assiste-se ao exponencial crescimento da produção alimentícia no mundo inteiro. Entretanto, apesar de seu promissor aumento produtivo, a fabricação de comida em massa abarcou em problemas de saúde pública que atinge tanto os países centrais como os periféricos, como o Brasil: a obesidade. Neste, já atinge 10% da população e desvela consequências no IDH e na gestão pública de saúde.
Em primeira análise, tem-se que o sobrepeso é uma doença sistêmica. Nesse sentido, não implica em apenas excesso de gordura, mas também aumenta riscos de infarto do miocárdio, AVC, diabetes e hipertensão arterial. Em corolário, torna-se necessário maior investimento estatal em enfermidades antes já escassas, o que acaba prejudicando investimentos em áreas defasadas no Brasil, como a de transplantes.
Secundariamente, é inédito o decaimento da expectativa de vida atual em decorrências dos hábitos modernos. Dessa maneira, procria-se uma população sedentária e obesa, com efeitos negativos no IDH do país.
Dito isso, torna-se cristalina a urgência de portarias fomentadas pelo Ministério da Saúde que incitem a prática de atividades físicas pelos cidadãos. É benquista a criação de parques públicos, conjuntamente com a ministração de ginásticas e práticas corporais gratuitas. É ainda estimado maiores aplicações de verbas no SUS, com o incremento de alas especializadas em obesidade e suas consequências. Tomadas essas iniciativas, há esperança de que perfaça-se uma sociedade mais saudável e livre das mazelas do sobrepeso.