Os efeitos da obesidade na saúde pública
Enviada em 01/09/2018
Sabe-se que na antiguidade a maior causa e o problema ser enfrentado era as causas de mortes por doenças infecciosas, no qual levava a pessoa ao óbito em pouco tempo não existindo cura ou até um tratamento de longo período ou eficaz. Com isso, atualmente a obesidade assume a culpa de 50% dos casos de morte, que cabe em sua conta, segundo os dados da organização mundial de saúde. Estima-se de que mais de 640 milhõesde pessoas no mundo, estão acima do peso e que o planeta tem mais pessoas acima do que abaixo, segundo à análise de tendências globais do índice de massa corporal e que a tendência até 2030 é de que esse número que encontra-se alarmante cresça cerca de 70%.
Levando-se como prioridade sabe-se que a estimulação e não vetação de inúmeras propagandas não muito saudáveis e extremamente calóricas afetam e influenciam gigantemente o consumidor por conseguinte o senso e as limitações estejam cada mais longe de serem saudáveis, que tem por finalidade um ciclo vicioso que só tende a aumentar e alimentar dependência.
Em consciência de um futuro mais saudável faz-se necessária a orientação e os pensamentos de investimentos mais saudáveis sejam aplicados com mais ênfase nos pequenos cidadões que por razões explícitas, de vulnerabilidade, estão mais expostos ao consumo abusivo de propagandas fantasticamente influenciáveis e produtos que em excesso são venenos fatais.
No geral, medidas mundiais coordenadas são necessárias, o governo passar a tratar essa epidemia como algo que precisa-se ser conscientizado através de campanhas publicitárias para uma melhor conscientização populacional e em um âmbito nacional, um balancear de preços de alimentos saudáveis e não tão saudáveis, objetivando-se que a melhor opção tenha mais acesso, em prol de uma possível melhora, um maior controle sob as propagandas e se necessário censura aos pequenos, e a taxação de produtos mais prejudiciais a saúde.