Os efeitos da obesidade na saúde pública
Enviada em 02/10/2018
O Brasil contemporâneo tem mais da metade da população acima do peso e um quinto no quadro da obesidade. Em consequência disso, o SUS gasta aproximadamente 500 milhões de reais com a doença, afetando notoriamente a saúde pública. Tais dados são provenientes de fatores como o sedentarismo e a má alimentação dos brasileiros.
Primeiramente, o sedentarismo afeta cerca de metade dos cidadãos de todas as idades. A OMS recomenda 150 minutos de exercícios físicos por dia, que não são alcançados devido a razões como muitas horas na mesma posição em frente a computadores e televisões e o uso de veículos automotores, inclusive em curtos trajetos. Em virtude disso, não há gasto calórico, resultando assim no sobrepeso, e, consequentemente, na obesidade dos indivíduos. Logo, é indispensável o incentivo à exercitação do corpo.
Em segundo lugar, a má alimentação do brasileiros traz graves problemas de saúde. Com rotinas cada vez mais agitadas, as pessoas não têm tempo para uma alimentação saudável e balanceada, optando assim pela agilidade de comer alimentos industrializados, principalmente fast-foods, que contém um número elevado de calorias. Como resultado disso, a quantidade de obesos cresce no país, ocasionando graves doenças como hipertensão e diabetes. Portanto, é necessário que haja conscientização sobre hábitos alimentares.
Em suma, é fundamental que o MEC junto dos Ministérios da Saúde e do Trabalho, promovam em escolas e empresas atividades a fim de estimular a população à prática de exercícios, através de palestras sobre os males do sedentarismo. Outrossim, a mídia deve exibir em jornais, propagandas e nas formas de entretenimento, os danos que maus costumes alimentares acarretam, motivando as pessoas a melhorarem sua alimentação. Por meio dessas medidas, o Brasil diminuirá à longo prazo, o número de obesos e portadores de doenças decorrentes.