Os efeitos da obesidade na saúde pública
Enviada em 12/10/2018
Parece ser consensual que a partir da era da Revolução Industrial tempo é dinheiro, e acabamos dando menos importância para nossa saúde mental e física, principalmente no que se relaciona à alimentação. O número de pessoas obesas no Brasil já chega a 10% da população total e este número não diminuirá se não presarmos por uma vida saudável.
Antes de mais nada, sabe-se que a obesidade pode ter vários fatores como psicológicos, hormonais e até genéticos, mas a alimentação rápida e instantânea acaba por ser um dos maiores. Atualmente, esta ingestão de alimentos industrializados se tornou comum na vida da maioria da população afinal os encontramos em todos os lugares e eles acabam deixando a vida mais fácil, mas podem gerar graves consequências no futuro.
Certamente devemos nos lembrar que esse futuro pode chegar rapidamente, já que a obesidade pode gerar doenças no coração, diabetes, pressão alta e outros, nos fazendo depender cada vez mais de hospitais, e algo que poderia ser evitado de forma barata acaba gerando gastos à saúde pública, que no Brasil já não anda tão bem. Além disso devemos lembrar que tanto crianças como adultos podem sofrer com o excesso de peso, podendo gerar cada vez mais gastos à população como um todo, afinal é através dos impostos que o sistema se mantém.
Portanto, são necessárias medidas para mudar esta realidade. O governo precisa cumprir suas metas e por meio de leis reduzir o consumo de refrigerantes e alimentos industrializados no geral e aumentar o consumo de frutas e hortaliças, e com a ajuda do Ministério da saúde oferecer publicidade na mídia e campanhas em escolas para estimular por toda a vida uma alimentação saudável e o cuidado com a própria saúde.