Os efeitos da obesidade na saúde pública
Enviada em 16/10/2018
Um problema contemporâneo para a saúde pública brasileira é a obesidade, um distúrbio alimentar que consiste em, basicamente, um excessivo acúmulo de gordura corporal no tecido adiposo, trazendo consigo impactos negativos na saúde do indivíduo (tais quais diabetes e hipertensão). Entretanto, diante de uma cultura estabelecida em nossa sociedade de consumismo massivo somado a fatores variados (como até mesmo a genética), o resultado não podia ser diferente, deixando necessário uma ruptura com tais formalidades culturais através da promoção e divulgação de hábitos de consumo saudáveis para todos.
De acordo com dados levantados pelo Hospital Israelita Albert Einstein, a porcentagem de obesos está presente nas mais diversas faixas etárias do brasileiro, chegando a atingir até mesmo crianças, o que pode ser um problema gravíssimo (levando em consideração que nesse idade, o que consumimos é ensinado de casa por nossos pais e responsáveis).
Logo após a infância, as demais faixa etárias podem apresentar apreço por comidas de alto índice calórico por questões de mera praticidade, visto que as comidas saudáveis podem possuir menor acessibilidade e maior preço, deixando claro uma necessidade de intervenção do estado no meio alimentício brasileiro. Além disso, não existem regulações específicas propostos pelo CONAR (Conselho Nacional de Autorregulação Publicitária) para o valor apelativo das propagandas de alimentos calóricos, deixando o combate a condição da obesidade cada vez mais difícil.
Assim, é preciso que o governo (com auxílio do CONAR) regularize mais estritamente propagandas de alimentos de alto indíce calórico quanto ao apelo ao consumidor, imponha mais divulgação a projetos de lei relacionados ao combate a obesidade (através da mídia) e sobretudo invista em meios medicinais adequados (perante a avaliações do Ministério da Saúde) para tratamento da obesidade. A população deve ter consciência de que ‘‘Você é o que você come’’.