Os efeitos da obesidade na saúde pública

Enviada em 19/10/2018

De acordo com o Ministério da Saúde,  52,5%  dos brasileiros estão acima do peso na contemporaneidade. Desse modo, elevando  o número de atendimentos em consultas nos hospitais públicos e particulares. Logo, os efeitos são negativos para a saúde pública,  que necessita crescentemente de  investimento.

Primeiramente, existem alguns indivíduos que preferem refeições mais rápidas, deixando de lado uma boa alimentação e priorizam alimentos industrializados, os famosos fast-foods nada saudáveis e com com alto teor de gordura e sódio pouco nutritivos  que contribuem para o ganho do excesso de peso das pessoas. Dessa forma, trazendo o pensamento de Zygmunt Bauman em modernidade líquida, afirmando o prazer imediato como prioridade na vida do brasileiro na atualidade.

Ademais, diante desse fator, surge consequências que mostram a obesidade como  principal causadora de outras doenças como: diabetes, hipertensão, apneia do sono e patologias do sistema cardiovascular. Além disso, também sofrem com o bullying que causa distúrbios como a depressão. Nesse viés, a obesidade é um problema de saúde pública, e seu crescimento é preocupante, porque sobrecarrega o Sistema Único de Saúde (SUS), aumentando os gastos com remédios e tratamentos.

Diante do exposto, fazem-se necessárias medidas para combater a obesidade. Para tanto, o Ministério da Educação e Cultura (MEC) em parceria com o Ministério da Saúde,  financie projetos como palestras  e debates sobre hábitos alimentares em todas as instituições de ensino ministradas por médicos, nutricionistas, preparadores físico e professores, sobre alimentação e saúde para orientar jovens e crianças a alimentar-se de maneira correta. Além disso, incentivar práticas esportivas como campeonatos entre escolas, que devem ser divulgados por meio de campanhas midiáticas e televisivas, a fim de que todos adotem rotinas saúdaveis.