Os efeitos da obesidade na saúde pública
Enviada em 25/10/2018
“Quando nascemos fomos programados, a receber o que vocês nos empurraram como enlatados”. A música da banda Legião Urbana relata um paradigma imposto pela sociedade, o consumismo exagerado movendo, dessa forma o sobrepeso. Nesse sentido, no século XXI, no Brasil, os efeitos da obesidade na saúde pública é evidente, visto que, infelizmente, acarreta em sérios problemas.
A priori, é fundamental analisar os riscos agravantes na saúde do indivíduo. Dessarte, devido a ingestão diária de refrigerantes, sódio em excesso e a ausência de vitamina E, a obesidade intensifica causando doenças crônicas. De acordo com os dados divulgados pelo Ministério da Saúde em 2016, a alimentação dos adolescentes os coloca em riscos de problemas cardiovasculares e renais. Logo, é preocupante essa situação, pois com o acúmulo de doenças há um agravamento na saúde pública que, lamentavelmente, já se encontra prejudicada.
A posteriori, infere-se que o sobrepeso provém de um conjunto de fatores genéticos e ambientais. Nessa perspectiva, o sedentarismo (que consiste na falta de práticas de educação física) como também, os desequilíbrios hormonais e metabólicos contribuem para o aumento de peso. A leptina é um importante hormônio peptídico que se estiver desregulado no organismo as funções metabólicas estarão afetadas. Dessa maneira, conforme o portal de notícias G1, Obesidade é causada pela genética, hormônios e o ambiente onde se vive. Portanto, as práticas errôneas que o corpo social comete deteriora a saúde do cidadão.
Em vista dos fatos elencados, é necessário a resolução dessa problemática. Destarte, o Ministério da Saúde deve criar programas e eventos sociais, como campanhas que mostre a importância de uma alimentação saudável e a prática de exercícios físicos na erradicação da obesidade, por meio de investimento em hospitais públicos e contratações de endocrinologista, e também de nutricionistas capacitados, na finalidade de diminuir essa epidemia presente no Brasil.