Os efeitos da obesidade na saúde pública
Enviada em 24/10/2018
Em algumas décadas atrás, ter uns quilos a mais era sinônimo de saúde, haja vista pessoas magras serem mais propensas à doenças. Contudo, essa tendência tem mudado, uma vez que a obesidade tem se revelado como um dos problemas contemporâneos mais graves de saúde pública no Brasil.
Sabe-se que, segundo estudos da AEA Business School, o Brasil é o quarto país que mais consome fast food no mundo. Tendo em vista que, a ingestão deste tipo de comida é prejudicial à saúde, o Governo Federal tem buscado formas de frear seu consumo exacerbado. Prova disso, foi o acordo proposto pelo ex-ministro da Saúde, Ricardo Barros, à Associação Brasileira das Indústrias de alimentação. A ideia é reduzir a quantidade de sódio em alimentos industrializados em 28,5 toneladas até 2022, assim como proibir gradativamente a venda de refis de refrigerantes.
Entretanto, apesar de todo esforço dos órgãos governamentais, a responsabilidade do sobrepeso também está ligada à consciência dos consumidores. Pois, na correria do dia a dia as pessoas dão preferência a comidas mais práticas, ricas em açúcares e carboidratos, o resultado disso é uma população acima do peso ideal, a saber 54%, segundo dados do Ministério da Saúde.
Destarte, para que os índices de pessoas com sobrepeso diminuam, o Ministério da Saúde deve divulgar propagandas institucionais ratificando a importância de adquirir hábitos saudáveis, com veiculação em meios de comunicação de grande massa, para que os indivíduos acima do peso se sintam instigado a tomarem iniciativa, diminuindo os efeitos negativos da obesidade em sua saúde. Ademais, é preciso que os brasileiros assumam o compromisso de se alimentar de forma mais saudável e se exercitem com mais frequência; os interessados poderiam criar um grupo em redes sociais que permitissem o compartilhamento de relatos, bem como organizarem passeios ciclísticos pela região onde moram, assim estes indivíduos estariam motivados a perderem peso.