Os efeitos da obesidade na saúde pública

Enviada em 26/10/2018

No limiar do Século XIV, um novo padrão de beleza era estabelecido: mulheres com excesso de  peso, seios robustos e quadris largos, eram adoradas como divindades, símbolos de fartura, saúde e fertilidade. Constata-se, então, que os personagens do século mencionado não se preocupavam com o efeito nocivo para a saúde que o excesso de peso ocasiona.

É primordial ressaltar que, para saber qual o peso ideal para as características individuais, utiliza-se o Cálculo de Índice de Massa Corpórea, que é dado pela razão entre o peso atual e o quadrado da altura. do indivíduo. Desse modo, é possível que pessoas atentem para a necessidade de controlar o peso excedido.

É preciso, porém, reconhecer quando quantidade de gordura no corpo se torna um problema de saúde pública. Constata-se que os riscos são acentuados e podem desencadear problemas com danos irreversíveis, como a obstrução de artérias que irrigam o coração.

Deve-se abordar, ainda, que além de irreversíveis, os problemas podem ser letais e a nível mundial, como dados da Organização Mundial De Saúde, que aponta 17 milhões de pessoas mortas todos os anos, em decorrência de problemas cardiovasculares. Isso revela a necessidade de conhecer e cuidar com afinco da população obesa.

Se evidencia, portanto, a necessidade de estimular a prevenção à obesidade para evitar enfermidades e não reviver séculos passados. É imprescindível que o Ministério da Saúde promova programas que incentivem a prevenção da obesidade e enfatizem seus danos para a saúde, como debates, ações e consultas gratuitas, onlines e presenciais, com nutricionistas, afim de erradicar a obesidade no território.