Os efeitos da obesidade na saúde pública
Enviada em 02/11/2018
“O mair erro que o homem pode cometer é sacrificar a saúde a qualquer outra vantagem”. A declaração de Arthur Schopenhauer filósofo alemão do século XIX, permite-nos refletir sobre como a obesidade representa um desafio a ser enfrentado de forma mais organizada pela sociedade brasileira. Nesse sentido, convém analisarmos as principais efeitos para o agravamento dessa problemática.
Em uma primeira análise, pode-se ressaltar que há um comportamento negligente no que se refere a saúde, como a alimentação gordurosa e rica em sódio. Segundo dados do portal de notícias G1, a obesidade pode aumentar casos de diabetes e pressão alta. Dessa forma, é inadmissível que o Estado se omita diante dessa questão deixando milhares de pessoas sem assistência médica e nutricional.
Já em uma abordagem mais aprofundada, desde a consolidação do capitalismo no século XVI e a ampliação das jornadas de trabalho, o ser humano vem se distanciando dos cuidados com o corpo e se tornando cada vez mais doentes. Fato que comprova o exposto por Schopenhauer, o resultado do sedentarismo evidente nessa geração, a obesidade que carrega com ela inúmeras consequências. Com isso, a desinformação necessita de um forte atuação governamental.
A obesidade, portanto, representa uma ameaça não só aos indivíduos diretamente envolvido, como a todos os cidadãos que, indiretamente, também figuram como vítimas de seu legado. Nesse sentido, o Ministério da Saúde deve promover campanhas e palestras educativas nos mais variados locais, principalmente em escolas, incentivando uma boa alimentação e enfatizando os efeitos positivos dos exercícios e atividades físicas, por meio de profissionais da saúde que trabalham nas unidades básicas de saúde. Espera-se, com isso, reduzir os casos de obesidade por meio da educação das pessoas e alcançar o que foi idealizado por Shopenhauer.