Os efeitos da obesidade na saúde pública
Enviada em 01/12/2018
Investimentos estatais básicas permitem promover dignidade civil aos mais diversos grupos sociais. Porém, em desacordo com a sofisticação de um discurso legal que em tese asseguraria essas chances, o cenário dos efeitos da obesidade na saúde pública mostra-se extremamente comprometido. isso resulta em fatores como a sobrecarga do Sistema Único de Saúde (SUS) e do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).
Em primeira instância, o SUS está se comprometendo cada vez mais com o aumento do número de obesos no Brasil. Por exemplo, 10% da população do país, de acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), é considerada obesa. Além disso, os gastos com obesidade somam 5% das despesas do SUS, segundo dados do próprio órgão. Logo, é evidente que os dados são alarmantes, uma vez que não há nenhum tipo de projeto a nível nacional para impactar positivamente esse quadro, principalmente aos jovens, os futuros usuários do sistema de sistema de saúde.
Ademais, há o problema do prejuízo ao INSS. Como os obesos possuem equiparação com deficientes , desde que comprovado por junta médica, podem se afastar do trabalho e, desde que sejam prejudicados no exercício laboral, podem pedir aposentadoria por invalidez. Sendo assim, o país perde duas vezes, j´que parte da força de trabalho não exerce a profissão.
Dessa forma, para que os efeitos da obesidade na iniciativa pública, dentre elas o SUS, sejam amenizados, é fundamental que o Ministério da Saúde e da Educação desenvolvam material a ser distribuídos nas escolas, como cartilhas e DVDs educativos, com a ajuda de especialistas de nutrição e educadores físicos. como consequência,haverá difusão de conhecimento acerca desse assunto até então negligenciado.