Os efeitos da obesidade na saúde pública

Enviada em 01/03/2019

Geração Hipertensa

Diabetes, hipertensão, doenças cardíacas são uns dos males causados pela má alimentação. Consequentemente, o índice de brasileiros com sérios problemas de saúde, contudo obesidade vem se elevando a cada ano. A forma mais eficiente de controlar esse problema é a reeducação alimentar, mas para isso há a necessidade de modificação de preços dos produtos orgânicos e pensamentos da sociedade contemporânea.

Em primeiro plano, o conforto da vida moderna ocasionou o sedentarismo e a geração “fast-food”. Essa grande parte da sociedade pode ser considerada pessoas que optaram pelo mais rápido e mais barato, independente de ser considerado um alimento saudável ou não. O filósofo e sociólogo Bauman explica esse atual contexto com Modernidade Líquida, quando num ambiente ocorre aceleração do tempo, deixando tudo mais dinâmico, inclusive a alimentação.

Por outro lado, a obesidade começou a ser considerado problema de saúde pública. Em contra partida, estamos lidando com doença ou desleixo da população? Bom, podemos estar diante das duas hipóteses. Pois, distúrbios hormonais ou alterações genéticas podem causar ganho de peso, entretanto, o desleixo da sociedade diante da alimentação causa aumento do peso também, por razão do consumo exacerbado de produtos industrializados e ausência de atividades físicas.

Urge, portanto, a necessidade de reavaliação de preços dos produtos orgânicos encontrados em mercados, para assim ficarem mais acessíveis e diminuírem o índice de obesidade no país. Cabe ao Ministério da Saúde oferecer aulas de plantio para alunos do ensino fundamental e palestras educacionais para os mesmo, com o intuito de conscientizar o prejuízo que uma má alimentação. Já por parte da Mídia liberar em horários de audiência propagandas impactantes sobre a obesidade, dessa forma podendo alcançar toda faixa etária.