Os efeitos da obesidade na saúde pública
Enviada em 19/03/2019
Muito se discute acerca dos impactos da má alimentação dos indivíduos na sociedade. Essa controvérsia se torna mais relevante quando se expõe aos efeitos da obesidade na saúde pública. Esse debate, portanto, apresenta os riscos, por doenças, à saúde do cidadão acarretando o social integralmente.
Essa problemática de caráter social, remonta a ação que o capitalismo americano, durante o século XX, exerceu no modo de vida do ocidente. A racionalização da sociedade foi um estímulo para uma alimentação pouco saudável contribuindo para o aumento de casos de obesidade na população, expondo-a a doenças cardiovasculares e diabetes. Tal fator é ratificado pela noção de ‘‘McDonaldização", defendida pelo sociólogo George Ritzer o qual aborda a metodização da sociedade, inclusive na alimentação.
Somado a isso, o impacto econômico causado pela obesidade ao setor público. A invalidez do indivíduo ao trabalho por artropatias, cardiopatias e até diabetes melito, corroboram a gravidade de uma sociedade obesa. A necessidade de consumo da população a um produto alimentício fetiche, como os ‘‘fast food’’, confirma a noção de ‘‘Hiper Realidade’’ do filósofo francês Jean Baudrillard, que restabelece a preocupação de uma sociedade consumista aos impactos na saúde pública.
Com o intuito de reduzir as implicações da obesidade na saúde pública, é adequado que a boa alimentação seja um fator homogêneo na sociedade. Essa finalidade pode ser obtida por meio de campanhas, lúdicas e conscientizadoras, promovidas pelo Poder Público na mídia, escolas e empresas, bem como a maior inserção do fisco sobre produtos industrializados. Dessa forma, o cidadão estará mais lúcido a respeito da saúde, o consumo exacerbado de alimentos de alimentos que fazem mal a vitalidade do indivíduo reduzirá e será promovido o desenvolvimento sustentável da nação.