Os efeitos da obesidade na saúde pública
Enviada em 07/04/2019
Com a intensificação da velocidade nas relações sociais, no pós terceira revolução industrial, a preocupação no que tange a saúde pessoal tornou-se desprezível, e consequentemente a porcentagem de doenças relativa a obesidade cresceu de forma inversa. Desse modo, é incontrovertível que, as falhas no sistema educacional e a alienação do capitalismo social são a primazia do retrocesso na saúde brasileira.
Em primeiro lugar, é válido mencionar que, a inexistência de programas educacionais nas escolas corroboram para a intensificação no crescimento do sobrepeso. Segundo dados do Ministério da Saúde (MS), 23% da população obesa está na faixa etária entre 13 a 17 anos. Tal fato evidencia a precariedade nas políticas de educação alimentar e a negligência das escolas em instrui-los sobre as consequências da alimentação incorreta como forma de conscientização.
Outrossim, vale destacar a acentuada busca pelo imediatismo individual.
Desde o fim da guerra fria, com a crescente do capitalismo, a sociedade procura por meios que facilitem suas atividades diárias, como os fast-foods, contudo, tal realidade acaba sendo refletida no elevado índice de doenças relativas a obesidade como, hipertensão, diabetes e colesterol, e como consequência, aumentando em 75% a quantidade de pessoas em sobrepeso nos últimos 10 anos, segundo o G1. Desse modo, surge a necessidade de órgãos de influência popular.
Em suma, educação e capitalismo seriam o gênese de toda mazela social. Nesse contexto, faz-se necessário uma ação conjunta das escolas, por meio de programas lúdicos para crianças, mostrar as consequências que a obesidade causa ao individuo, a fim de que cresçam conscientizados dos malefícios de uma má alimentação, e junto ao MS, advertir por meio de cartazes os efeitos do sobrepeso, e consequentemente progredir com a saúde brasileira.