Os efeitos da obesidade na saúde pública
Enviada em 11/04/2019
Com o advento da industrialização e a posterior urbanização, a indústria alimentícia sofreu bruscas mudanças, entre elas, o nascimento dos “Fast-foods”. Hodiernamente, os Fast-foods, do inglês “comidas rápidas”, assim como outros alimentos, são maléficos ao corpo humano, provocando doenças como a obesidade. Diante disso, é necessário obter subterfúgios a fim de solucionar essa inercial problemática.
Em princípio, é notório expor que a obesidade apresenta diversas causas. Em suma, a ingestão demasiada de alimentos calóricos é a principal das causas desta doença. Porém, outros fatores podem acarretar para tal, como distúrbios hormonais ou psicológicos, assim como genéticos. Ademais, o obeso traz consigo diversos riscos para contração de doenças crônicas, como a diabetes e a hipertensão arterial.
Em segunda análise, é de conhecimento geral que as atividades físicas são essenciais na prevenção e tratamento do sobrepeso. Contudo, a maioria populacional não é estimulada para praticar exercícios, se tornando sedentários e propensos a elevar o índice de massa corpórea(IMC). Logo, reforça-se o discurso de Hobbes, cujo diz ser o homem o lobo do homem.
Dado o exposto, torna-se claro a execução de medidas que revertam essa situação-problema. Para tal , o ministro da saúde pode estabelecer visitas mensais ou semanais de profissionais da nutrição nas escolas, onde ocorreria um debate acerca dos riscos de uma má alimentação atrelada ao sedentarismo, objetificando combater o problema na raiz, ou seja, nos jovens. Além disso, as cantinas escolares devem priorizar alimentos saudáveis, para os menores crescerem com alimentação adequada. O cuidado com essa geração refletirá sucesso nas próximas.