Os efeitos da obesidade na saúde pública

Enviada em 23/04/2019

Desde o Iluminismo, entende-se que uma sociedade só progride quando um se mobiliza com o problema do outro. No entanto, quando se observa " Os efeitos da obesidade na saúde pública, no Brasil “, hodiernamente, verifica-se que esse ideal iluminista é constatado na teoria e não desejavelmente na prática e a problemática persiste profundamente ligada à realidade do país. Nesse sentido, convém analisar as consequências de tal postura negligente para sociedade.

É indubitável que a questão constitucional e a sua aplicação estejam entre as causas do problema. Segundo o filósofo grego Aristóteles, a política deve ser utilizada de modo que, por meio da justiça, o equilíbrio seja alcançado na sociedade. De maneira congênere, é possível perceber, que no Brasil, A derrubada dos índices de obesidade exigem tempo, trabalho coordenado e planejamento. O índice de obesidade na Espanha foi o que mais caiu no mundo. Assim sendo, a Espanha foi a nação que mais investiu tempo, trabalho coordenado e planejamento na área, como políticas de merendas mais nutritivas nas escolas, apoio a militantes que lutam pela causa no país, palestras ministradas por nutricionistas que pregam os problemas que o excesso de peso pode causar, como diabetes, pressão alta e câncer, assim, se tornando o país mais saudável do mudo ao lado da Itália.

Ademais, destaca-se a má alimentação como principal impulsionador do problema. De acordo com Durkheim, o fato social é uma maneira coletiva de agir e de pensar, dotada de exterioridade, generalidade e coletividade. Seguindo essa linha de pensamento, observa-se que de acordo com pesquisas nacionais recentes do Ministério da Saúde MEC, a má alimentação e o sedentarismo estão entre os estilo de vida mais aderidos pelos brasileiros. Esses dados mostram que boa parte dessa má alimentação está ligado ao desejo de se alimentar com gorduras e afins. A presença dessa má alimentação e sedentarismo está entre as principais causas de doenças que levam a morte no mundo.     É notório, portanto, que ainda há limitações para garantir a solidificação de políticos que visem a construção de um mundo melhor. Destarte, o Ministério da Saúde conjugue com o Ministério da Educação devem aderir políticas como a da Espanha, que é investir tempo, trabalho coordenado e planejamento na área, como um maior investimento em merendas mais nutritivas nas escolas, um maior apoio aos militantes que lutam pela causas, palestras ministradas por especialistas da saúde pra debater sobre o tema nas escolas, universidades e praças públicas, para, assim, essa problemática ser banida da realidade do país. Segundo o pedagogo Paulo freire, a educação muda as pessoas e essas mudam o mundo.