Os efeitos da obesidade na saúde pública

Enviada em 29/04/2019

O Brasil lidera o quinto lugar no ranking mundial de obesidade, tal fato gera preocupação em toda a sociedade, pois, um dos fatores preponderantes são os novos hábitos alimentares, já que as pessoas têm cada vez menos tempo e passaram a optar pelos fast-foods, sendo esse um obstáculo que perdura ainda hoje. Logo, evidencia um problema na saúde pública, de forma que, se alastrou também para grande parte das crianças e adolescentes.

Nesse contexto, é inegável que a substituição de uma alimentação balanceada pelas famosas comidas rápidas trouxe um grande impasse para a população, pelo fato de os indicadores do Ministério da Saúde mostrarem que, nos últimos 10 anos, a prevalência da obesidade no Brasil aumentou em 60%. Logo, é notável o aumento da grande quantidade de doenças relacionadas à má alimentação e ao sedentarismo. Outrossim, diminui consideravelmente a qualidade e expectativa de vida desse grupo.

Consequentemente, os dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística mostram que, assim como os adultos, 36% das crianças estão acima do peso. Considerando o fato de muitas vezes serem introduzidas desde cedo em fast-foods, fazendo com que tais comidas escravizem o paladar do indivíduo, impedindo o mesmo de aceitar algo mais saudável sem os conhecidos realçadores de sabor. Além de ser fatal a saúde faz com que a infância e adolescência sejam períodos traumatizantes para uma grande parcela vítima de bullying.

Torna-se evidente, portanto, a necessidade de se tratar tal dificuldade. Dessa forma, é dever do Ministério da Educação, juntamente com escolas, promoverem campanhas e palestras educativas nos mais variados locais, incentivando uma boa alimentação e enfatizando os efeitos positivos das atividades físicas. Além disso, é imprescindível uma maior fiscalização por parte de responsáveis por regularizar produtos, a fim de regulamentar as informações e a visibilidade de embalagens.