Os efeitos da obesidade na saúde pública

Enviada em 28/06/2019

Com o surgimento da agricultura no período neolítico, o homem se sedentarizou e, com isso, tudo se tornou mais prático. Tamanha facilidade cresceu até os dias atuais onde gasta-se tão pouca energia para executar tarefas árduas e tal vigor acaba se acumulando no organismo dos indivíduos em forma de variadas enfermidades. Atualmente, os efeitos da obesidade na saúde pública são negativos e preocupantes, e devem ser minimizados.

Primeiramente, é válido ressaltar que uma alimentação de qualidade não é prioridade no Brasil. Apesar da Constituição de 1988 assegurar direitos de qualidade para todo cidadão, a comida que é ofertada a população contém baixo valor nutritivo e alto índice calórico. Exemplos disso são os fast foods que oferecem rapidez de atendimento, mas escassez em saúde. A ausência de vitaminas, proteínas e minerais nesse tipo de alimentação é um problema grave que precisa ser solucionado.

Outrossim, segundo dados da OMS um a cada dois brasileiros não se exercita o suficiente e correm o risco de adquirirem doenças de sobre peso. Além da obesidade essas pessoas poderão ter problemas de hipertensão, diabetes, além de ansiedade e outros dilemas psíquicos. É grande o número de cidadãos que procuram por cirurgias bariátricas para recuperarem a auto estima. Isso demonstra como a obesidade é  um problema à saúde pública do país.

Portanto, é evidente que os efeitos da obesidade na população brasileira são muitos e negativos, mas podem ser amenizados. Cabe ao legislativo impor leis mais rígidas sobre os valores nutricionais mínimos  nos alimentos para garantir o bem estar dos cidadãos que frequentam os fast foods. Urge aos Governos Municipais investirem na saúde preventiva com psicólogas e enfermeiras fazendo reuniões nos postos de saúde onde possam realizar exames básicos e orientar sobre o que as pessoas precisam para se manterem saudáveis. Desse modo, será possível alcançar uma sociedade doce, com empatia e com extrema vitalidade.