Os efeitos da obesidade na saúde pública

Enviada em 08/07/2019

Em um sentido superficial, a obesidade é calculada a partir do IMC (Índice de Massa Corpórea), porém, já se sabe que isso é algo muito mais complexo, não depende somente de um número. Desse modo, esse problema é um caso de saúde pública, que abrange um conjunto de fatores físicos e psicológicos, no qual precisam ser analisados e tratados, a fim de uma boa qualidade de vida da população.

Primeiramente, ao tratar da obesidade, seu maior problema está na alimentação, e é nítido que os indivíduos não sabem se alimentar.  De acordo com o documentário Muito Além do Peso, é mostrado o quanto a população é desinformada sobre alimentação; não se sabe a importância dos macros e micros nutrientes, e os perigos do açúcar. Consequentemente, isso resulta em alarmantes resultados sobre a obesidade, no qual, segundo a ONU ( Organização das Nações Unidas), em média, 58% da população da América encontra-se com sobrepeso. Decerto, antes de qualquer medida, é necessário informar e estimular a sociedade, desde a infância, sobre os alimentos e suas características, para cessar a principal causa da gordura.

Porém, não é só alimentação como causa, a falta de atividades físicas, e o psicológico despenham papeis muitos importantes. De acordo com a OMS ( Organização Mundial da Saúde), a obesidade é uma doença, como qualquer outra,  que pode levar a sérios problemas, até mesmo a morte; com isso, é necessário que todos comecem a trata-la como tal. Dessa forma,  é comum sintomas como: ansiedade, depressão, pressão alta, e problemas cardíacos. Sem dúvida, se a mente está mal, o corpo manifesta; assim , é preciso se  redescobrir, e cuidar do corpo não somente como excesso de gordura, mas com prioridades e cuidados, pois obesidade é algo sério e se não tratada,  mata.

Portanto, a obesidade precisa ser tratada com seriedade, para isso, medidas são necessárias para resolver o impasse. Em primeiro lugar, é preciso que o Ministério da Educação crie projetos que insira à escolas publicas e lugares mais precários, alguma inserção de educação a alimentação, para que, desde a infância, haja conscientização do que seja alimentos nutritivos e saudáveis. Além do mais, se faz útil, que as prefeituras disponibilizem academias com educadores físicos a prontidão e centros de recuperação com psicólogos e nutricionistas, para acompanhar adequadamente os indivíduos que necessitam de ajuda. Assim, esse problema não será mais tratado como qualquer, e gerará IMC e mentes mais saudáveis.