Os efeitos da obesidade na saúde pública

Enviada em 23/08/2019

Com a ascensão do capitalismo, as pessoas passaram a trabalhar mais, e a medida que acumulavam capital, priorizavam consumir alimentos industrializados e práticos já que não dispunham de tempo para prepara-los. Desse modo, surge as empresas de “Fast Food” como, por exemplo, o McDonald’s. Nesse ínterim, engloba-se a obesidade como consequência direta da persistência dos hábitos que beneficiam a questão financeira em detrimento da saúde. Portanto, urge que medidas sejam tomadas para reduzir impactos do sobrepeso no cenário brasileiro.

Mormente, a negligência dos indivíduos que optam por uma má alimentação e o sedentarismo contribuem para o ganho de peso. Na série estadunidense protagonizada por Homer Simpson, por exemplo, há uma mostra do comportamento americano, o qual se alimenta de comidas calóricas e gordurosas, abusa da bebida alcoólica e evita a prática esportiva. Similarmente aos acontecimentos da animação, tal fato é comum, sobretudo entre os adultos e idosos, os quais não tem estímulos para tal prática no trabalho, ou ainda, na sua aposentadoria.

Ademais, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), mais de 20% da população brasileira está com altas taxas de Índice de Massa Corporal (IMC), tornando-os, assim, propensos a doenças. A tomar de exemplo, tem-se os problemas cardíacos, diabetes, hipertensão, acúmulo de gordura nas veias e artérias, além da dificuldade de mobilidade – resultado do excesso de peso sobre os ossos, principalmente, nos joelhos-. Em virtude disso, cirurgias bariátricas se tornaram a escapatória, por muita das vezes, do desleixo dos pacientes.

Destarte, faz-se mister acabar com a rotina dos hábitos que reforcem a obesidade no país. Portanto, cabe ao Governo implantar tanto nas metrópoles quanto nos pequenos municípios “Academias da cidade” que ofereçam equipamentos e profissionais capacitados para auxiliar a prática esportiva, tal como há nos Centros de Referência e Assistência Social (CRAS). Além disso, contratar educadores físicos para as Unidade Básicas de Saúde (UBS) de modo que acompanhem a população da comunidade e leva-los aos hábitos saudáveis, no que tange a alimentação, disponibilizar nutricionistas periódicos para prescrição alimentar. Dessa forma, o sobrepeso será tratado de maneira eficaz no Brasil.