Os efeitos da obesidade na saúde pública
Enviada em 27/08/2019
Muito se debate, hoje em dia, sobre o aumento da obesidade no Brasil contemporâneo. Com efeito, a terceira Lei de Newton que sugere que para toda ação existe uma reação, pode-se dizer que as dificuldades em manter um estilo de vida saudável são reações á aceleração do mundo moderno. Nesse sentido, em um contexto que a falta de tempo alimenta a obesidade e traz outros problemas para o corpo humano, o excesso de peso se torna um grave problema de saúde publica a ser combatido.
Observa-se, em primeira instância, que a sociedade atual vive dias em que o tempo é considerado dinheiro. Desde a consolidação do capitalismo as pessoas - cada vez mais- são vitimas da aceleração da vida cotidiana causada pela busca incessante do sucesso financeiro. É notório, que para se adaptar a essa correria há o aumento pela procura de comidas rápidas, os famosos fast-foods, que nutricionalmente falando são maléficos a saúde, só que, muito atraentes ao paladar, dificultando mais o controle do peso.
Em decorrência disso, se destacam uma variedade de outros problemas que prejudicam mais a saúde dos indivíduos. No Sistema Único de Saúde foi criado o programa Hiperdia, que visa o tratamento e acompanhamento de pacientes que possuem Hipertensão Arterial e Diabetes Mellitus, que em sua maioria, são causados pelo sobrepeso. Porém, a população tem deixado de lado os cuidados com a saúde pela falta de tempo, o que dificulta as ações e controle público sobre os problemas em questão.
Fica claro, dessa forma, que a obesidade necessita atenção redobrada da população e Poder Público. Cabe, ao Ministério da Saúde junto ao Ministério da Cidadania, fomentar discussões e criar campanhas de incentivo a realização de atividades físicas e alimentação saudável dentro de locais de trabalho em geral. Afim, de promover um ambiente de trabalho em que o bem estar e conscientização estejam presentes. Somente assim será possível amenizar as reações negativas causadas pela falta de tempo.