Os efeitos da obesidade na saúde pública
Enviada em 28/08/2019
Com as Revoluções Industriais surgiram várias formas de alimentos ultraprocessados, sendo esses pouco nutritivos e com alto teor calórico, o que agravaram o problema da obesidade na contemporaneidade.Nesse contexto, nota-se, no Brasil, que esse excesso de peso tem prejudicado a saúde pública, gerando gastos ao Estado e intensificado o quadro de doenças do país.
Sob esse viés, evidencia-se que a obesidade tem acarretado grandes gastos aos cofres públicos.Isso acontece devido ao fato de tal mazela atingir diretamente o Governo, visto que, a maioria da população brasileira é dependente da saúde pública.Prova disso são os dados da Organização Internacional McKinsey Global Institute, que relatou a obesidade custar ao Brasil mais de 2% do Produto Interno Bruto (PIB).Desse modo, não há dúvida de que o aumento da despesa em um país que se encontra em crise econômica não é nada benéfico.
Além disso, é importante frisar que a obesidade é um fator de risco para o surgimento de doenças graves, muitas sendo fatais, como o diabetes e as cardiovasculares,de acordo com a Organização Mundial da Saúde. Dessa forma é necessário prevenir esse mal para que não potencialize a manifestação de sérios problemas de saúde.Contudo, segundo Drauzio Varella, o Brasil tem uma cultura de remediar, não de prevenir, o que torna esse distúrbio de peso um fator de difícil atenuação e, assim, intensificando o panorama da saúde nacional.
Entende-se,portanto, que a obesidade é um impasse que tem assolado o país.Diante disso, compete as escolas promover aulas menos conteudistas e mais tangíveis à realidade do aluno, por meio de rodas de debates e alertas sobre os problemas relacionados ao excesso de peso e como prevenir tal distúrbio. Isso pode ser feito convidando médicos e nutricionistas, que informem e debatam de maneira didática, natural e eficiente esse assunto, de modo que rapidamente haja melhora desse quadro indesejável no país.