Os efeitos da obesidade na saúde pública

Enviada em 07/09/2019

De acordo com o filósofo Ralph Waldo Emerson, ‘‘A maior riqueza é a saúde’’, por isso, é preciso que exista um maior cuidado com o bem-estar social. A obesidade é o excesso de peso que relaciona-se com o mau hábito alimentício. A parcela de pessoas obesas no país causam problemas na saúde pública, entre eles está o aumento de despesas no sistema comunitário e as complicações do organismo com o acréscimo de massa.

Primordialmente, quando uma pessoa sofre com o sobrepeso, há a necessidade de cuidados maiores devido ao fator, que pode ser genético ou psicológico, que causa a enfermidade. Ou seja o Sistema Único de Saúde (SUS) precisa atender essa indigência e investigar as causas para resolvê-las corretamente, precisando de um maior gasto. O médico Dr. Pastore comprovou, em um artigo virtual, que os custos com os problemas de peso apresentam 5% das despesas totais no Brasil.

Posteriormente, o aumento de peso está diretamente ligado à doenças e enfermidades graves como pressão alta, infarto e diabetes que estão relacionados à falência dos órgãos como pâncreas, coração e fígado. Essas condições causam um ‘‘furo’’ na saúde pública, visto que muitas dessas doenças são passadas ao descendente por meio genéticos. A plataforma de notícias virtuais G1 mostrou que esses problemas médicos afetam cerca de 20 milhões de brasileiros.

Levando em consideração os fatos mencionados, é mister que o Estado tome providências que amenizem o quadro atual. Para reduzir os efeitos da obesidade, urge que o Ministério da Saúde, por meio de verbas governamentais, insira campanhas de informação que estimulem crianças e adolescentes a alimentação saudável e a prática de exercícios. Por meio de debates, palestras e cartazes nas escolas, estimular o hábito de consumir hortaliças e frutas e reduzir o consumo de alimentos artificiais. Com isso, a proposta de Ralph de que a saúde é a maior riqueza será efetivada.