Os efeitos da obesidade na saúde pública

Enviada em 09/09/2019

Na Idade Média ser obeso era, para muitos, sinônimo de beleza e vitalidade. Entretanto, com os avanços tecnológicos foi constatado a relação entre a obesidade e diversos problemas de saúde como, por exemplo, a diabete e doenças cardíacas. Em virtude disso, as despesas no Sistema Único de Saúde tem aumentado significativamente e isso tem como causa a alimentação desequilibrada e a falta da prática exercícios físicos por grande parte dos brasileiros.

Nesse contexto, observa-se que a educação tem papel fundamental para que haja mudanças na nutrição da população. Essa afirmação é embasada pelo filósofo Immanuel Kant que, para ele, o indivíduo é o que a educação faz dele. Desse modo, o ensino alimentar propicia um entendimento melhor acerca das consequências futuras referente a uma alimentação desbalanceada e dos caminhos a serem seguidos.

Em segunda análise, nota-se que o sedentarismo está diretamente relacionado ao crescimento do índice de obesidade no país. Segundo a Organização Mundial da Saúde cerca de 47% dos brasileiros, em 2016, não praticavam atividades físicas o suficiente para se manterem saudáveis. Em síntese, isso ocorre devido à falta de incentivos por parte do governo.

Desse maneira, são necessárias ações para que haja modificações na alimentação e na frequência da prática de exercícios físicos da população. Para isso, o Estado deve informar aos jovens as consequências e as direções a serem seguidas referente a nutrição. Isso ocorreria mediante a inclusão da educação alimentar na grade curricular das escolas e universidades a fim de melhorar a qualidade de vida das pessoas.

Paralelamente, o governo deve incentivar a prática de atividades físicas, por meio da construção de ciclovias e academias públicas atrelado à campanhas nas redes sociais com intuito de diminuir os índices de sedentarismo e, consequentemente, os gastos no setor de saúde pública. Só assim haverá mudanças significativas nos hábitos dos cidadãos do Brasil.