Os efeitos da obesidade na saúde pública

Enviada em 15/09/2019

Ao decorrer da Idade Média, nota-se que a fome era o principal fator de óbito de milhões de pessoas na época, hoje, no entanto, a variedade e diversidade de alimentos tem sido o principal fator de morte por doenças ligadas a obesidade. Logo, essa problemática está apoiada em duas conjecturas: à alimentação irregular e ao sedentarismo.

Em primeira análise, nota-se a má alimentação frente à problemática. Visto que as pessoas estão cada vez mais a procura da rapidez e da ascensão pessoal, esses objetivos tem sito um dos motivos delas preferirem ir a fast-food mais próximos dos seus afazeres que a ter uma boa refeição em casa. Desse modo, acabam ingerindo muitos alimentos ricos em calorias e pobres em nutrição, ocasionando uma carência nutricional no organismo e o ganho de peso. Prova disso, é que, segundo o site Exame, os fast-food contribui muito para obesidade na população.

Paralelo a isso, o sedentarismo agrava ainda mais essa problemática. Uma vez que a tecnologia e a automação tomou conta da vida cotidiana, nota-se que as pessoas preferem pedir comidas por entregas que ir a  um restaurante ou assistir lançamentos recentes em casa que ir ao cinema, essas práticas caseiras e acomodadas leva o indivíduo a ter um aumento no colesterol e um inchaço corporal, por falta de exercícios físicos. Consoante a isso, O Globo afirma que o sedentarismo é duas vezes mais mortal que a obesidade.

Evidencia-se, portanto, que essa problemática está conectada a falta de rotina e indisposição das pessoas, e precisa ser solucionada. Cabe ao Ministério Público, por meio de procuradores, oferecer incentivos fiscais as empresas de fast-food que incorporarem alimentos frescos e saudáveis em seu cardápio, a fim de oferecer uma alimentação benéfica e nutritiva no cotidiano das pessoas. É dever dos municípios, por meio das escolas e postos de saúde, promover caminhadas e eventos que estimulem a prática de exercício físico, para reduzir os males ligados ao sedentarismo.