Os efeitos da obesidade na saúde pública

Enviada em 15/10/2019

Na pré-história, as pessoas acima do peso e/ou com sobrepeso eram símbolo de fertilidade, beleza e riqueza. Hoje, a obesidade é vista com outro olhar, considerada uma doença crônica, essa patologia causa diversos efeitos na saúde pública, como: a hipertensão, diabetes e gastos desnecessários do SUS( Sistema Único de Saúde).

Primeiramente, a obesidade pode ser genética ou adquirida ao longa da vida, porém, nos dois casos, a solução é controlar a alimentação, a qual, na atualidade, é enriquecida de sódio e açucares. Além disso, tipo de dieta traz malefícios, como a hipertensão - a qual ao longo prazo pode causar infarto, derrame - e a diabetes que provocar a amputação do pé ou da perna e, também, a cegueira. Logo, é preciso que haja educação alimentar para todos os brasileiros.

Ademais, se houvesse meios preventivos corretos, não haveria gastos desnecessários por parte do SUS, os quais poderão ser utilizados em outras áreas da saúde. O Sistema Único de Saúde oferece a cirurgia bariátrica, a qual é considere como último recurso para reverter a obesidade, e medicamentos para controlar as outras patologias causadas pelo sobrepeso, o mesmo não oferece nenhuma prevenção. Por isso, é vantajoso, tanto para o governo - que gastara menos - quanto ao indivíduo, há criação de medidas que irão controlar e diminuir as taxas de sobrepeso.         Entende-se, portanto, a importância de combater a obesidade da população brasileira. Cabe ao Governo, o financiamento de propagandas nas ruas e na TV, as quais abrangerão todo o país, com as causas e consequências da obesidade, a fim de conscientizar as pessoas para terem uma vida mais saudável. Além disso,o Ministério da Educação deve criar projetos para atender todas as escolas com palestras e aulas, direcionadas aos estudantes de todas as idades, sobre a importância da alimentação balanceada e nutritiva, com intuito de haver uma reeducação sobre os alimentos. Assim, poderemos ter gerações futuras mais sadias.