Os efeitos da obesidade na saúde pública
Enviada em 07/10/2019
A revolução industrial provocou um grande avanço nos meios de transporte, comunicação e na alimentação. Entretanto, os alimentos artificiais fabricados, quando consumidos em excesso, provocam males para a saúde e assim, causa a obesidade. Ademais, o grande consumo de alimentos industriais e o sedentarismo de uma parte da população complicam a resolução desse impasse.
Precipuamente, cabe salientar, que a fabricação de comidas artificiais está entre as causas da problemática. Consoante ao filósofo britânico Adam Smith, “O consumo é a única finalidade e o único propósito de uma produção”. Analogamente, as indústrias não se preocupam com a saúde do cliente por sempre procurar obter mais lucro e assim, muitas pessoas são prejudicadas ao consumir tais alimentos.
Além dos alimentos, o sedentarismo da população também é fator determinante. Segundo pesquisa realizada em 2016 pela ONU (Organização das Nações Unidas), mostra que 26% da população da América latina está obesa. Sob tal ótica, uma grande parte da população não pratica atividades físicas e que ajudam com o crescimento do número de obesos.
Assim, medidas exequíveis são necessárias para combater a obesidade. Portanto, o Ministério da Saúde, em parceria com ONGs, devem impor projetos e planos que, com ajuda de um nutricionista, possam regular o consumo de alimentos artificiais. Além disso, deve incluir a população em projetos esportivos ,com profissionais da área, promovendo o fim do sedentarismo, prevenção de doenças e a boa forma indivíduo.