Os efeitos da obesidade na saúde pública
Enviada em 29/10/2019
A Década de ação das Nações Unidas para a nutrição, que ocorrerá de 2016 a 2025, foi criada com o intuito de diminuir a quantidade de pessoas obesas nos países e assegurar o acesso a alimentos mais saudáveis. Entretanto, a população mundial tem apresentado taxas de obesidade e sobrepeso cada vez mais altas. Dessa forma, se faz necessário o debate acerca das causas e efeitos desta problemática.
Primeiramente, entre as principais causas da obesidade, podem ser citadas as doenças psicológicas. De acordo com o poeta romano Juvenal, o estado do corpo e da mente estão sempre juntos. Paralelo a isso, pode-se perceber que, ao apresentar distúrbios mentais, como a depressão, a ansiedade e o estresse, o indivíduo passa a estar propenso a desenvolver determinada compulsividade alimentar. Além disso, a genética também se apresenta como fator favorável ao sobrepeso.
Ademais, vale ressaltar as inúmeras consequências da obesidade. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), cerca de 58% da população da América Latina se encontra acima do peso. Entre os resultados sucedidos no organismo de indivíduos obesos, estão a diabetes, a pressão e o colesterol altos e a possibilidade de um infarto, em razão da quantidade de gordura concentrada no coração. Assim, evidencia-se o comprometimento da saúde pública em várias nações.
Conclui-se, então, que cada país tome as medidas essenciais para resolver seus impasses quanto à obesidade. No Brasil, urge que o Governo Federal, por intermédio do Ministério da Saúde, em parceria com a mídia, promova publicações nas redes sociais com o intuito de incentivar a população ao combate às doenças psicológicas. Outrossim, elabore campanhas que influenciem a população à prática de atividades físicas e ainda ao consumo de alimentos naturais, como frutas e verduras, com o objetivo de prevenir não só a obesidade nacional, como também outras doenças fatais. Feito isso, a meta da Década de ação das Nações Unidas para a nutrição será alcançada.