Os efeitos da obesidade na saúde pública

Enviada em 22/10/2019

Com os avanços tecnológicos do século XXI, como a democratização da internet, os brasileiros têm se tornado mais sedentários. Conhecidos os efeitos dessa prática, o número de obesos cresce de modo alarmante e trazem consigo inúmeros malefícios sociais. Dentre eles, a difusão de doenças e os exorbitantes gastos na saúde pública, são exemplos graves. Indubitavelmente, é necessário intervir nesse problema com o propósito de melhorar a qualidade de vida no país.

Inúmeras patologias como a hipertensão e a diabetes já são conhecidas popularmente. Entretanto, um estudo recente da universidade britânica de Cambridge, revelou que a obesidade também está relacionada a distúrbios de memória. Desse modo, o risco não se restringe à doenças cardiovasculares, mas também no sistema nervoso. Sob esse ponto de vista, é imprescindível que esse fator seja prevenido a fim de evitar essas ameaças.

Ademais, os gastos do Sistema Único de Saúde para os devidos tratamentos é muito elevado. Programas do governo como a Farmácia Popular, que distribui medicamentos gratuitamente para a população de baixa renda, possuem, em sua cobertura, alto número de fármacos utilizados para tratar essa enfermidades. Tais recursos poderiam ser redestinados para áreas críticas como a oncologia, caso medidas educativas eficientes fossem implementadas.

Em suma, os males causados pelo sobrepeso devem ser abrandados. Para Nelson Mandela, “a educação é a arma mais poderosa que você pode usar para mudar o mundo” e, de encontro a esse pensamento, o Ministério da Saúde deve criar campanhas educativas em escolas e mídias sociais. Através de cartazes e vídeos informativos que estimulem bons hábitos alimentares e a prática de atividade física nesses meios, a conscientização abrangerá todas as idades e classes sociais. Em resumo, com o respectivo  conhecimento e estímulo, será possível evitar esse cenário.