Os efeitos da obesidade na saúde pública
Enviada em 01/11/2019
O brasileiro adquiriu hábitos mais saudáveis conforme pesquisa do Ministério da Saúde. Todavia, o número de obesos cresceu no Brasil segundo MS. Os efeitos da obesidade na saúde das pessoas é agravado não só pela má alimentação, como também pelo sedentarismo.
Inicialmente, podemos entender a má alimentação como uma das principais causas da obesidade. Com menos tempo para cuidar da alimentação, a sociedade sucumbe a alimentos mais rápidos de fazer bem como aplicativos de delivery como Ifood e Uber Eats. Por consequência, a opção de pedir algo mais saudável acaba não sendo prioridade ou em muitos casos, não tem essa opção. Nesse contexto, fica evidente o porque a má alimentação mata mais do que o cigarro de acordo com estudo da revista “The Lancet”.
Ademais, o sedentarismo corrobora para o aumento de peso. Á medida que se passa muito tempo sentado ou deitado, há muito mais acumulo de gordura no corpo, o que provoca altos índices de doenças cardiovasculares. A OMS estima que em 2020, 20 milhões de pessoas irão á óbito por causa de doenças do coração. Logo, é certo afirmar que a combinação de uma má alimentação e o sedentarismo é altamente prejudicial a saúde das pessoas.
Portanto, certamente, medidas são necessárias para resolver os efeitos provocados pela obesidade. O governo, através do SUS deve oferecer acompanhamento para os obesos de maneira rápida e eficiente, que contenha consultas com médicos especializados no problema, como nutricionista, endócrinologista bem como cardiologista, para que através disso o paciente perca peso de forma saudável e assídua. Em conjunto com o governo, a mídia a fim de prevenir a obesidade na sociedade, deve por meio de programas que tratam de saúde incentivar a pratica de exercícios físicos e o consumo de alimentos mais saudáveis.
Espera-se com isso, diminuir significativamente os efeitos da obesidade na saúde, promovendo uma vida mais saúdavel para a sociedade.