Os efeitos da obesidade na saúde pública
Enviada em 25/10/2019
No mundo, o número de indivíduos obesos vem apresentando significativo crescimento nos últimos anos, fato que conduz uma alerta global acerca da ameaça das doenças não transmissíveis (DNT), que geralmente são associadas aos países mais ricos. No Brasil mais da metade da população é obesa. Isso gera a necessidade de urgente engajamento nutricional nos núcleos familiares e escolas e de politicas públicas que visem minimizar essa problemática.
A priori, a atual conjuntura social tem se mostrado cada vez mais dinâmica e globalizada. Tal realidade é intensificada por mudanças para hábitos menos saudáveis devido a energética rotina hodierna. Em face dessa conjuntura, tornou-se preferível uma alimentação mais rápida, como os “fast foods”, alimentos altamente prejudiciais à saúde, que devido a esse descaso alimentar por parte da sociedade, tem contribuído para o aumento de doenças crônicas.
É fato que uma boa alimentação associada a exercícios físicos regulares ainda é a melhor arma para a prevenção das doenças associadas com a obesidade. Nessa perspectiva, cabe ao poder Executivo agir junto à mídia com políticas de conscientização para a compreensão das nocividades do sódio e com capacidade de regulamentar os alimentos. Também é imprescindível o papel da escola e da família em relação à reeducação alimentar, com discussão e palestras de nutricionistas, na construção de uma alimentação balanceada, a fim de tratar o problema desde a infância. Afinal, alimentar-se é uma cultura e para mudar costumes é preciso desconstruir modos.