Os efeitos da obesidade na saúde pública

Enviada em 29/10/2019

Promulgada pela ONU em 1948 a Declaração Universal dos Direitos Humanos, garante a todo indivíduo direito a saúde e bem estar social. Porém, na pratica não acontece dessa forma. Nesse sentido, o sedentarismo e falhas por parte do poder público contribuem para o elevado índice de obesidade no país.

Em primeiro lugar, vale ressaltar o sedentarismo como propulsor desse impasse. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS) 70% da população é sedentária. Logo, é evidente que o sedentarismo atinge uma grande parte população, devido a ausência de praticas saudáveis, como exercícios físicos e uma alimentação balanceada, no qual o indivíduo come mais do que gasta. Cabe mencionar, que o pessoas que tem um dia inativo tem uma grande probabilidade de adquirir doenças como hipertensão e diabetes.

Faz-se mister, ainda, salientar  a falta de investimentos governamentais como instigador desse entrave. Nesse sentido, a população que mora em aéreas longínquas dos centos urbanos acabam não tendo acesso a locais propícios para executar atividades físicas, em razão da carência de iluminação e segurança pública.

Considerando os aspectos mencionados, fica evidente a necessidade de medidas para reverter o quadro atual. Dessa maneira, urge que a Organização Mundial da Saúde (OMS), realize por meio de verbas governamentais, mutirões semanais em parques com o intuito de levar a prática de exercícios físicos e alimentação saudável a toda à população. Colocando em prática tal implementação a obesidade será uma mazela passada na sociedade brasileira.