Os efeitos da obesidade na saúde pública
Enviada em 29/10/2019
Na modernidade liquida atuais, segundo o sociólogo Zigmunt Bauman, as pessoas buscam por coisas e momentos práticos e rápidos devido ao ritmo acelerado da sociedade moderna. Sendo assim, encontram nas redes de fast food e nos novos meios tecnológicos facilidades para manter a praticidade da rotina capitalista. Entretanto, esses privilégios acarretam em sérios problemas sociais, como a obesidade, a qual gera efeitos na saúde pública, como doenças relacionadas ao sobre peso e a indução do aumento do sedentarismo no Brasil. Primeiramente, o ritmo acelerado da vida da população faz com que se busque meios para facilitar o dia a dia, sendo a comida rápida e os processados um “ótimo” modo. Todavia, segundo o Dr. Drauzio Varella, as comidas processadas e o fast food são os principais vilãos para a saúde, pois seus compostos químicos , na maioria, estimulam doenças cancerígenas e crônicas, como diabetes e hipertensão, ademais, de acordo com dados obtidos pelo Ministério da Saúde, doenças relacionados a obesidade cresceram em média 16% em apenas um ano. Nota-se então, que com a tentativa de aproveitar ao máximo o tempo, a saúde fica à mercê das preocupações cotidianas. Além disso, o alto índice de sedentarismo no Brasil estimula o aumento de pessoas obesas e a dificuldade de muitas pessoas em superar essa doença. Com dados obtidos pelo IBGE 70% da população brasileira é sedentária, devido aos avanços tecnológicos que promovem comodidade e rapidez na vida diária da população, itens importantes da modernidade liquida vivenciada, influenciando assim, o uso de automóveis, jogos virtuais e filmes em vez da prática de exercícios físicos ou jogos ao ar livre, por exemplo. Logo, percebe-se que as inovações tecnológicas promoveram um caminho fácil que satisfaz a fome da população pela praticidade moderna e de manter as pessoas nesse ritmo super acelerad