Os efeitos da obesidade na saúde pública
Enviada em 09/03/2020
Problema. Descontrole. Prejuízo. Essas palavras simbolizam a situação da obesidade no mundo contemporâneo. Dessa maneira, o combate ao excesso de peso é de extrema importância caso se pretenda amenizar seus efeitos na saúde pública. Historicamente, a obesidade passou de problemas singulares para um problema comum, o que tem gerado mais gastos e ainda mais pessoas com problemas psicológicos.
Há cerca de dois séculos, devido ao advento da 2° Revolução Industrial, a obesidade começou a se tornar comum. Este importante fato histórico trouxe consigo o sedentarismo, já que ao tornar o trabalho monótono e mecanizado, fez com que o esforço braçal diminuísse. Desta forma, houve o surgimento de um problema: a necessidade de mais médicos e medicamentos, visto que de acordo com o site dr. Pastore, 5% dos gastos do Sistema Único de Saúde no Brasil (SUS) se devem a obesidade.
Utilizando o conceito de Zygmunt Bauman, vive-se em uma sociedade líquida, já que dentro desta, as relações se tornaram superficiais. Conforme o site Cidade ON, a depressão, a ansiedade e o estresse podem fazer as pessoas comerem mais. Ao pensar que os indivíduos que vivem neste mundo de relações superficiais tendem a buscar algo que os traga valorização, como o padrão de beleza e ao se frustrarem por não conseguir emagrecer, além de agravarem seu estado psicológico, possivelmente ainda passarão a comer mais.
Sendo assim, se fazem necessárias ações governamentais que objetivem um programa de menos obesidade, onde a Organização Mundial da Saúde crie projetos que ofereçam modalidades esportivas a quem sofre deste problema, visando tirá-los do sedentarismo. Além disso, o governo em conjunto com as escolas, poderia oferecer rodas de conversa com psicólogos, buscando assim uma melhora na auto estima dos obesos. Se tudo isso for realizado, então as palavras problema, descontrole e prejuízo deixarão de abordar o tema efeitos da obesidade na saúde pública.