Os efeitos da obesidade na saúde pública
Enviada em 30/04/2020
Nos últimos anos, em especial o ano de 2018, o índice de obesidade aumentou drasticamente no Brasil. Pesquisas apontam que o crescimento desse índice foi maior entre os adultos. O que nos faz pensar: Como a obesidade pode estar tão presente em nosso cotidiano?
A obesidade está presente no nosso cotidiano quando compensamos a falta de prazer que sentimos em nossas vidas por meio do prazer instantâneo que as comidas deliciosas e fartas proporcionam. A hipertensão, depressão, ansiedade, insegurança podem influenciar a tentativa de resolução de problemas por meios alimentares, isso explicaria o porquê de muitas pessoas criarem “vícios” que aumentam os índices de obesidade do Brasil.
Conforme a pesquisa do Ministério de Saúde, em 2006, o índice de obesidade era de 11,8%. Porém, mesmo as taxas da doença mantendo um nível estável desde 2015, com um prevalecimento de 18,9%, esse índice em 2018, aumentou radicalmente para 19,8%. O que nos mostra que a prevalência da obesidade volta a crescer no Brasil, com um aumento de 67,8% nos últimos treze anos. Essa mesma pesquisa mostrou que o crescimento da obesidade foi maior entre adultos de 25 a 34 anos e 35 a 44 anos, com uma taxa de 84,2% e 81,1%, respectivamente. Os dados apontam, que as mulheres apresentaram obesidade vagamente maior de 20,7% em relação aos homens de 18,7%.
Portanto, medidas são necessárias para resolver o impasse. Apesar da alimentação ter melhorado muito na atualidade, a população ainda precisa de reeducação alimentar, aprender que comer não dever ser uma opção de fuga para saciar um vício ou algum problema por mais difícil que seja. Seguindo os resultados dos índices, no âmbito do setor de saúde, cabe ao SUS realizar uma vigilância alimentar e nutricional. Realizar ações de promoção da alimentação adequada e saudável, garantindo a atenção integral à saúde dos indivíduos com sobrepeso e obesidade, no controle e na regulação da qualidade dos alimentos.