Os efeitos da obesidade na saúde pública
Enviada em 16/04/2020
Muito se tem discutido recentemente, a respeito da obesidade, visto que vem crescendo bastante nesses últimos anos. No Brasil, aproximadamente, 20% da população é considerada obesa, segundo dados do Ministério da Saúde. Nesse contexto, percebe–se que essa problemática ocorre devido à má alimentação e o sedentarismo da sociedade.
A má alimentação é um fator que contribui fortemente para a obesidade. Segundo o conceito de modernidade líquida de Zygmunt Bauman, a sociedade tem preferido o prazer imediato e pouco cuidado com o futuro. Esse conceito mostra como a população opta por comer “fast foods”, por exemplo, hambúrgueres e pizzas, ou seja, alimentos com alto teor de gordura, ao invés de refeições saudáveis.
Ademais, outro ponto relevante, nessa temática, é o sedentarismo. Conforme estudos da Organização Mundial das Saúde (OMS), em 2018, mostra que quase metade da população é sedentária, isto é, não praticam atividades físicas necessárias. Com essa falta de exercícios, um indivíduo acaba consumindo mais e gastando menos energia obtida pelos alimentos e, consequentemente, há um aumento em seu peso.
Em virtude dos fatos mencionados, é imprescindível que o Ministério da Saúde, agente eficaz em questões da saúde, influenciem as pessoas a terem mais hábitos saudáveis, por meio de campanhas e políticas públicas, incentivando a população a optar por alimentações mais saudáveis e a prática de exercícios físicos regulares, a fim de combater a obesidade do país.