Os efeitos da obesidade na saúde pública
Enviada em 01/07/2020
Segundo a Organização Mundial da Saúde, 2,3 bilhões de pessoas ao redor do mundo são obesas. Esse dado revela que esse distúrbio, cujo envolve excesso de gordura corporal e provoca sérios danos à saúde, atinge o mundo inteiro. Desse modo, devemos analisar como a má influência midiática e o sedentarismo contribuem para a atenuação desse preocupante problema.
Inicialmente, devemos verificar como a má influência da mídia atenua a obesidade. Seguindo essa linha, é de refletir que são mostradas frequentemente na TV e internet, diversas propagandas de fast-foods que persuadem o público a ir nesses estabelecimentos e consumir seus lanches. Porém, o que não é exposto é que o consumo constante de tais alimentos são prejudiciais à saúde, pois podem atenuar e, ou causar doenças como obesidade, diabetes, hipertensão e colesterol alto, por serem comidas extremamente calóricas e danosas a nosso organismo.
Não só a mídia tem um importante papel nos casos de obesidade, mas também o sedentarismo. Destaca-se que a ausência de atividades físicas é uma das principais causas do excesso de peso, que aliada à má alimentação, são fatores fundamentais para graves problemas de saúde, sejam físicos ou psicológicos. Segundo a Organização Mundial da Saúde, 46% da população brasileira é sedentária, esse importante dado revela o quanto nossa sociedade tende a desenvolver complicações na saúde, dentre eles a obesidade.
Nesse sentido, fica claro que os efeitos da obesidade são alarmantes e deve-se tomar precauções quanto a isso. Desse modo, o Ministério da Saúde e a mídia, devem fazer campanhas e propagandas na TV, com presença de nutricionistas que motivem a ingestão de alimentos saudáveis, salientando seus benefícios à saúde. Além disso, devem promover a prática de exercícios físicos, como corridas e esportes em geral, por meio dessas mesmas campanhas, para, dessa forma,diminuir os casos de obesidade e atentar a sociedade quanto esse tema.