Os efeitos da obesidade na saúde pública
Enviada em 30/07/2020
Na sociedade contemporânea, percebe-se a gama de problemas que a saúde pública enfrenta, na qual inviabiliza e burocratiza o tratamento para diversas doenças. O que acaba por sua vez, aumentando o tempo de tratamento e desestimulando para fazê-lo, tal como a obesidade, que enfrenta diversas barreiras na saúde publica, com falta de programas públicos, em sociedade, com a acessibilidade inadequada e no ciclo familiar, no qual causa transtornos e corrobora para a obesidade, tendo suma importância por ter o contato inicial a obesidade.
Sob esse viés, pode-se apontar como um empecilho à consolidação de uma solução, as barreiras da saúde pública, juntamente com as dificuldades enfrentadas em sociedade, que contribuem para o aumento e a banalização da obesidade. Segundo o Ministério da Saúde, em uma análise publicada em 19 de julho de 2019, a obesidade no Brasil aumentou cerca de 68% nos últimos 13 anos, mostrando um aumento acentuado e gradual desproporcional a população, evidenciando a falta de políticas e programas sociais que conscientizem os cidadãos e as indústrias. Além disso, enfrenta-se acessibilidade inadequada diariamente, pessoas acima do peso não apenas tem dificuldade ao pegar ônibus com catracas e assentos pequeno, mas também ao comprar roupas, que por sua vez representam um número pertencente a uma minoria brasileira, influenciando a estagnação das pessoas obesas, que ao verem tantas dificuldades no processo de tratamento, desistem.
Outro ponto relevante, é a relação familiar, na qual constitui-se muitas vezes o primeiro contato entre o indivíduo e a obesidade. Destaca-se como causa de tal doença, relações interpessoais problemáticas e hábitos alimentares inadequados, no qual foi evidenciado em um estudo feita pela faculdade de Harvard, que a estigmatização de que ambos os fatos são preocupantes no que tange a saúde pública, devido ao acarretamento das mais variadas doenças, podendo ir de problemas psíquicos como autoestima e depressão, á problemas físicos como como cardiovasculares e respiratórios. Ademais, percebe-se a grande defasagem da saúde pública no que tange a obesidade para com o indivíduo.
Portanto, para a reduzir os efeitos da obesidade na saúde pública, medidas precisa ser tomadas. Faz-se necessário, pois, que o Ministério da Saúde, em parceria com os governos de respectivas regiões, criem medidas socioeducativas nas escolas e em pontos de grande circulação, para a população em geral, por meio de palestras com médicos que orientem o risco da obesidade e desmistifiquem a construção social deste. Alem disso, trazer a isso a importância das relações familiares, que constituem em suma nossa saúde mental para com nossa saúde corporal