Os efeitos da obesidade na saúde pública

Enviada em 21/07/2020

A obesidade não é uma problema que afeta apenas a qualidade de vida do indivíduo que a cultiva, ela reflete nos gastos que um governo arca ao visar o bem estar da população, e num estilo de vida que pode vir a comprometer a saúde de gerações futuras.

Apesar de existirem casos em que a obesidade é causada por problemas congênitos como a disfunção da tireóide. Na maioria das vezes o excesso de peso é oriundo de mal hábitos alimentares e ausência de exercícios físicos. A questão é que parte da verba da saúde pública destinada a tratar complicações advindas do excesso de peso poderia ser encaminhada para doenças que muitas vezes acometem pacientes de maneira súbita ou com a manifestação tardia de sintomas, em que a prevenção não é uma alternativa.

E os efeitos também podem ser vistos a longo prazo, como o modo que as gerações futuras iram se relacionar com a alimentação. Pois mesmo que os pais consigam conduzir uma boa dieta para o filho em seus primeiros anos de vida, na medida que essa criança for crescendo, ela incorporará os hábitos alimentares daqueles que estão a sua volta. E partir desse momento, há a perpetuação de um ciclo que, se começou a partir de uma dieta desregulada e baseada em alimentos industrializados, dificilmente será corrigida. O resultado é um agravamento da atual situação, pois se hoje cada vez mais pessoas tem problemas relativos ao excesso de peso, a tendência é a estabilização ou até o aumento.

Para que essa tendência seja revertida, é necessário a vinculação constante dos males causados pela obesidade em veículos de comunicação, para que os pais também se conscientizem de suas responsabilidades para com os hábitos alimentares do filhos. E estabelecer uma meta oficial de limite de obesos na população que obrigue o governo a tomar medidas que diminuam os custos relacionados a esse problema.

certamente as contribuições familiares,

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