Os efeitos da obesidade na saúde pública

Enviada em 21/07/2020

Indubitavelmente, seria desejável que o excesso de peso não fosse um dos maiores problemas de saúde pública no mundo. Frustra constatar, porém, que de acordo com dados de 2016 do Ministério da Saúde ,os custo com a obesidade já são 5% das despesas totais do Sistema Único de Saúde do Brasil. Diante disso, deve-se analisar como o ritmo intenso da sociedade contemporânea e a desinformação da população causam a problemática em questão.

É fundamental enfatizar, inicialmente, que a aceleração da vida moderna contribui para a má alimentação. Isso ocorre devido alguns indivíduos não terem tempo para consumirem comidas saudáveis e por isso , recorrem a produtos ultraprocessados, que apresentam altos índices de calorias. Consequentemente, podem desenvolver problemas cardiovasculares, diabetes e a obesidade, segundo o site IMEB.COM ,entre 195 países, infelizmente, o Brasil ficou na 50 posição do ranking de países que registraram mais casos de mortes relacionadas a má alimentação.

Em segunda análise, é válido ressaltar que a desinformação da população é uma das causas do problema. Isso acontece porque a grande maioria das pessoas não se preocupa com a própria saúde, logo, não procuram ter uma alimentação benéfica. Nesse viés, conforme o jornal, O Globo, no Brasil, apenas 12% das pessoas identificam que as dietas não saudáveis contribuem para mais mortes que guerras, tabagismo, consumo de álcool e malária, por causa disso, mais pessoas iram gastar com idas ao médico e compra de remédios , além de correrem o risco de morrer.

Dessa forma, é notório que o ritmo acelerado da sociedade atual e a falta de informação provocam tal problemática. Portanto, o Ministério da Saúde, deve realizar campanhas publicitárias para alertar sobre os risco de se ter uma alimentação maléfica, por meio das mídias sociais e pela televisão, com o fito de diminuir os casos de doenças oriundas de uma  nutrição irregular.