Os efeitos da obesidade na saúde pública
Enviada em 22/07/2020
Indubitavelmente, seria desejável que o excesso de peso não fosse um dos maiores problemas de saúde pública no mundo. Frustra constatar, porém, que, de acordo com o Ministério da Saúde , os custos com a obesidade já são 5% das despesas totais do Sistema Único de Saúde do Brasil. Diante disso, deve-se analisar como o ritmo intenso da sociedade contemporânea e a desinformação da população causam a problemática em questão.
É fundamental enfatizar, inicialmente, que a aceleração da vida moderna contribui para a má alimentação. Isso ocorre devido alguns indivíduos não terem tempo para consumirem comidas saudáveis, por isso, recorrem a produtos ultraprocessados, que apresentam altos índices de caloria. Consequentemente, podem desenvolver algum problema de saúde, segundo o site IMEB.COM, entre 195 países, o Brasil ficou em quinquagésima posição do ranking de países que registraram mais casos de mortes relacionados a uma nutrição irregular.
Em segunda análise, é válido ressaltar que a desinformação da população é uma das causas do problema. Isso acontece porque a grande maioria das pessoas não se preocupam com a própria saúde, logo, não procuram ter uma alimentação benéfica. Nesse viés, conforme o jornal, O Globo, no Brasil, apenas 12% das pessoas identificam que as dietas não saudáveis contribui para mais mortes que uma guerra. Por causa disso, mais pessoas iram gastar com idas ao médico e compras de remédios, além de correrem o risco de morrer.
Dessa forma, é notório que o ritmo acelerado da sociedade atual e a falta de informação provocam tal problemática. Portanto, o Ministério da Saúde deve realizar campanhas publicitárias para alertar sobre o risco de se ter uma alimentação maléfica, por meio das mídias sociais e pela televisão, com o fito de diminuir os casos de doenças oriundas de uma nutrição irregular.