Os efeitos da obesidade na saúde pública

Enviada em 27/08/2020

No contexto da entropia, na Física, demonstra-se desordem em um sistema termodinâmico. Fora da Ciência, o mesmo problema de desarmonia é evidenciado na atual obesidade que aparece cada vez mais hodiernamente. Nesse contexto, o óbice está centrado em 2 principais pontos: a necessidade de construir uma boa rotina de alimentação, que está pouco pautada atualmente, e as mazelas consequentes do excesso de adiposidade no corpo.

Em primeiro lugar, vale ressaltar a falta de preocupação em exercer uma educação alimentar, a qual deveria ser instaurada nas famílias e escolas. “Que época terrível é esta? Onde idiotas dirigem cegos…”, fora da alusão, a frase de Shakespeare pode ser relacionada a atual irresponsabilidade de possuir uma boa nutrição. Portanto, a falta de harmonia na ingestão de refeições pode ser resultado de um futuro problema no psicológico e na saúde de obesos.

Em segundo lugar, demonstra-se uma grande consequência no corpo e mente das pessoas que sofrem de obesidade. Segundo a Organização Mundial de Saúde, cerca de 30% de todas as pessoas no mundo possuem sua massa corporal acima do indicado, insinuando assim, que grande parte de indivíduos sofrem das mazelas que o excesso de peso traz, que são: diabetes, pressão alta, elevado teor adiposo no corpo, que pode influenciar na passagem de sangue em artérias, entre outros. Trazendo em pauta então, óbices graves causados pela mazela descrita.

Nesse sentido, os efeitos da elevada taxa de obesidade atual está presente devido a falta de informação nos hábitos alimentares e em consequências corporais e psicológicas. Evidencias-se, que cabe ao Ministério da Saúde, juntamente ao da Ministério da Família e da Educação introduzir melhores meios para chegar a uma boa nutrição, por meio de campanhas de nutricionistas nas escolas, movimentos e uso da escola como meio de ensino tanto nas matérias básicas como na ingestão, a fim de formar famílias harmônicas e saudáveis.