Os efeitos da obesidade na saúde pública

Enviada em 17/12/2020

Na Grécia Antiga, os cidadãos espartanos, desde crianças, tinham como parte de seu cotidiano a atividade física disciplinar. Entretanto, com a modernização e tecnologia, as pessoas se transformam muito sedentárias. Dessa forma, é evidente que há efeitos da má alimentação e obesidade, ora pela omissão do Poder Público, ora pela negligência populacional, o que torna necessárias medidas para amenizá-los.

A princípio, é importante destacar que o alto índice de sedentarismo é decorrente do avanço tecnológico. Muitos pais com medo do elevado número de violência urbana, preferem que seus filhos brinquem dentro de casa (com videogames, tablet e celular), os quais não estimulam atividade física, o que tem efeito a obesidade. Nesse cenário, segundo a Fundação Oswaldo Cruz (FioCruz), cerca de 15% das crianças brasileiras apresentam problemas com a obesidade e até 2025 terá mais de onze milhões de crianças obesas. Diante disso, a falta de exercício físico pode facilitar o desenvolvimento de doenças crônico-degenerativas (diabetes, colesterol alto e hipertensão). Desse modo, é necessário que o Governo Federal, junto com as escolas, assegure uma adequada educação alimentar infantil, para que assim não seja tanto o percentual de crianças e futuros adultos obesos.

Além disso, vale ressaltar que uma população brasileira possui um péssimo hábito alimentar. A sociedade tem como costume estar sempre com pressa e consome demasiado alimentos industrializados (fast food, doces e refrigerantes) por ficarem prontos mais rápidos ou por agradarem ao paladar. Nesse caso, com essa má alimentação as pessoas não ingerem todos os nutrientes que essenciais para uma boa condição de saúde. Nesse contexto, de acordo com o site Uol, os custos com a obesidade pelo Sistema Único de Saúde (SUS) já são mais de 5% das despesas totais do sistema. Dessa maneira, é importante que o Ministério da saúde, junto com as mídias, disponibilize informações verídicas sobre o alto índice de obesidade e doenças decorrentes da má alimentação.

É notável, portanto, que os efeitos da má alimentação e obesidade no Brasil sejam amenizados. Logo, é necessário que o Governo Federal, junto com as escolas, deve promover palestras ministradas por nutricionistas e educadores físicos, por meio de aulas de gastronomia e educação física onde seja discutida a importância de ter uma alimentação saudável e de praticar exercício físico, a fim de diminuir o alto índice de doenças decorrentes dá má alimentação entre crianças e jovens. Ademais, o Ministério da Saúde, junto com a mídia, precisa divulgar informações sobre o alto custo com a obesidade pelo SUS, por intermédio de campanhas e propagandas, para que assim que uma população valorize uma boa condição de saúde.